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Equipe técnica agronômica da Copagril orienta sobre coleta de amostras para análise de solo

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Em plena colheita do milho safrinha é hora de planejar e realizar algumas ações que visam favorecer condições de sucesso para a próxima safra.



Dentre os fatores que deve-se ter uma atenção especial é quanto à fertilidade do solo, pois ela está diretamente ligada à produtividade que se deseja obter na propriedade.



A necessidade de calagem e a quantidade de fertilizantes a ser utilizada em uma cultura são calculadas em função do resultado de uma análise de solo, que hoje se tornou uma ferramenta indispensável que está ao alcance dos produtores e que não deve ser encarada somente como um documento necessário para fins de custeio agrícola, mas também para aumentar os resultados da propriedade.



É de fundamental importância que a mostra seja feita da forma correta para se ter um resultado que retrate o mais próximo possível da realidade. A coleta da amostra de terra é uma das principais fases da análise química do solo, pois constitui a fase de maior possibilidade de erro do resultado.



Para a coleta da amostra podem ser utilizadas várias ferramentas, desde que retirem camadas homogêneas de solo, como o trado, enxadão, pá reta, entre outras. Primeiramente para começar a coleta, deve-se separar a área a ser analisada em glebas ou talhões homogêneos, quanto ao tipo de solo (arenoso, médio ou argiloso), quanto ao relevo (topo, encosta ou baixada) e histórico de utilização (culturas, calagens e adubações utilizadas anteriormente). Deve-se percorrer cada talhão andando em zigue-zague, coletando ao acaso de 10 a 20 subamostras e colocando-as em um balde plástico limpo. Depois de terminada a coleta, misturar bem o solo e retirar uma porção de aproximadamente 500 gramas que vai para o laboratório para ser analisada. Esta porção de terra deverá representar fielmente a área amostrada. Deve-se evitar a coleta de subamostras em locais próximos a formigueiros, cupins, áreas de destoca, locais de descarga de calcários e adubos, locais que apresentam sinais de erosão, pois estes irão influenciar nos resultados.



Para coleta de cada subamostra, deve-se limpar em cada local a superfície do terreno, retirando-se folhagens e outros restos de plantas em excesso, sem mexer na terra.



A profundidade da coleta das amostras com finalidade de determinar a fertilidade do solo geralmente é de 0 a 20 cm, pois é nesta camada que se concentra maior número de raízes das culturas, e é a porção do solo que sofre as maiores modificações.



A amostra resultante da coleta deverá ser colocada em saco plástico devidamente identificado com o nome do solicitante, propriedade, município, número do lote, gleba e número da matrícula e área correspondente, para então ser enviado até o laboratório.



A frequência das análises químicas deve ser realizada, em média, a cada dois anos.



Para obter mais informações sobre a coleta das amostras de solo ou outro assunto da área, entre em contato com uma das Unidades da Copagril mais próxima.

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