Entendendo a importância de promover a valorização do cooperativismo, a Cooperativa Agroindustrial Copagril desenvolveu uma campanha publicitária institucional para difundir os sete princípios dessa filosofia.
A campanha é composta por sete peças – cada uma enfocando um dos princípios – e foram publicadas em sete edições da Revista Copagril, iniciando em junho de 2016 e concluindo com a sétima peça na edição nº 98, que está em circulação neste mês de junho de 2017.
O conceito central da campanha é a valorização do ser humano, que é o bem maior e a razão de existir das cooperativas. Para compor as peças foram utilizadas imagens que evocam o respeito ao indivíduo e também que enaltecem a união, a força da coletividade, a democracia e a intercooperação, em prol do crescimento mútuo dos participantes.
Impulso ao desenvolvimento
A Copagril foi fundada em 1970, a partir da necessidade de pequenos produtores tinham de armazenar e comercializar sua produção agrícola e pecuária, respectivamente, os quais encontraram no associativismo o caminho para alcançar a viabilidade econômica de suas atividades rurais. A partir da diversificação implantada nas propriedades dos associados da Copagril, hoje há produtos da agropecuária regional que são exportados para diversos países do mundo. Além disso, os empreendimentos da cooperativa geram empregos, renda e impostos que impulsionam o desenvolvimento dos municípios da sua área de ação. A história de 46 anos da Copagril é um dos exemplos de sucesso do cooperativismo.
OS 7 PRINCÍPIOS DO COOPERATIVISMO:
1º Adesão livre e voluntária: As cooperativas são organizações voluntárias, abertas a todas as pessoas aptas a utilizar os seus serviços e assumir as responsabilidades como membros, sem discriminação de sexo ou gênero, social, racial, política e religiosa.
2º Gestão democrática: As cooperativas são organizações democráticas, controladas pelos seus membros, que participam ativamente na formulação das suas políticas e na tomada de decisões. Os homens e as mulheres, eleitos como representantes dos demais membros, são responsáveis perante estes. Nas cooperativas de primeiro grau, os membros têm igual direito de voto (um membro, um voto); as cooperativas de grau superior são também organizadas de maneira democrática.
3º Participação econômica: Os membros contribuem equitativamente para o capital das suas cooperativas e controlam-no democraticamente. Parte desse capital é, normalmente, propriedade comum da cooperativa. Os membros podem receber, habitualmente, havendo condições econômico-financeiras para tanto, uma remuneração sobre o capital integralizado, como condição de sua adesão. Os membros destinam os excedentes a uma ou mais das seguintes finalidades: desenvolvimento da cooperativa, possibilitando a formação de reservas, em parte indivisíveis; retorno aos sócios na proporção de suas transações com as cooperativas e apoio a outras atividades que forem aprovadas pelos associados.
4º Autonomia e independência: As cooperativas são organizações autônomas, de ajuda mútua, controladas pelos seus membros. Se firmarem acordos com outras organizações, incluindo instituições públicas, ou recorrerem a capital externo, devem fazê-lo em condições que assegurem o controle democrático pelos seus membros e mantenham a autonomia da cooperativa.
5º Educação, formação e informação: As cooperativas promovem a educação e a formação dos seus membros, dos representantes eleitos e dos trabalhadores, de forma que estes possam contribuir, eficazmente, para o desenvolvimento das suas cooperativas. Informam o público em geral, particularmente os jovens e os líderes de opinião, sobre a natureza e as vantagens da cooperação.
6º Intercooperação: As cooperativas servem de forma mais eficaz aos seus membros e dão mais força ao movimento cooperativo, trabalhando em conjunto, através das estruturas locais, regionais, nacionais e internacionais.
7º Interesse pela comunidade: As cooperativas trabalham para o desenvolvimento sustentado das suas comunidades através de políticas aprovadas pelos membros.