Aos sete anos de idade, Henri Gund Kaefer é um torcedor assíduo da equipe Copagril Futsal e que tem impressionado todos à sua volta pelo seu amplo conhecimento sobre o time. Jogadas, passes, gols, placares, atletas, jogos, ele conversa sobre tudo e ainda faz análises sobre os fatos.
Conforme a mãe, Haidi Gund, a paixão de Henri pelo time e pela modalidade teve início em 2015, quando ele tinha cinco anos e a família foi ao Ginásio de Esportes Ney Braga assistir a uma partida da equipe rondonense. “Daquele dia em diante ele passou a ser um fã. Começou a treinar futsal e querer assistir a todos os jogos da Copagril em casa”, relata.
Agora, o pequeno Henri divide o seu tempo entre as atividades escolares e os seus estudos sobre futsal e futebol também, já que ele é flamenguista e tem cartola. “Eu estudo sobre a equipe Copagril no computador e também pesquiso pelo celular da minha mãe”, afirma.
O conhecimento do menino sobre a modalidade fez com que ele fosse convidado pela Rádio Difusora do Paraná para ser comentarista de algumas partidas da Copagril Futsal, uma experiência que Henri tirou de letra.
Opinião
Como todo torcedor tem suas próprias opiniões, Henri também tem. Ele considera bom o técnico Paulinho Sananduva, mas acredita que no ano passado o time estava jogando melhor. Os jogadores de que mais gosta são Pelé, Ronaldo e Baranha, além de Parrel. “O goleiro Baranha levou gols em quase todos os jogos em casa, mas ele foi o atleta que fez o gol mais bonito de todos em casa. Foi contra o Guarapuava, por cobertura”, comenta o garoto.
Quanto ao futuro do time, Henri é enfático. “Esse ano acho que só vai levar o título do Paranaense, porque na Liga tem outros times fortes”, opina.
Falcão
Diante do seu apreço pelo futsal, o Henri também se tornou fã do atleta Falcão. O sonho dele é estar na presença do jogador. “Eu queria falar com ele e jogar também, pra ver se ele é bom”, comenta o menino.
Quando Falcão esteve em Marechal Cândido Rondon, o Henri e a mãe dele ficaram três horas esperando por uma oportunidade de contato, mas o jogador saiu do ginásio por outra porta e o sonho não se concretizou. “Eu chorei quando o Falcão fez aquele último jogo e disse que não iria mais jogar. Mas depois fiquei sabendo que ele não iria parar”, relata, aliviado.
Como já era de se esperar, o sonho de Henri para o futuro é ser jogador profissional.