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Manejo correto, boa ambiência e sanidade favorecem a conversão alimentar em terminação de suínos

12/07/2019

Manejo correto, boa ambiência e sanidade favorecem a conversão alimentar em terminação de suínos
O casal Hari e Mirta com a zootecnista Vanessa Wommer: a Copagril recomenda o acompanhamento semanal da quantidade de ração consumida pelo plantel

A vida é feita de escolhas, mas também de dedicação a essas escolhas. A Família Krepsky, moradora da Linha Bandeirantes, em Marechal Cândido Rondon, decidiu no ano passado construir o primeiro barracão para terminação de suínos e passou a se dedicar à atividade como associada da Copagril. O primeiro lote foi um sucesso! O resultado até mesmo surpreendeu o casal Mirta e Hari, especialmente por ser a primeira experiência com suinocultura. A conversão alimentar ajustada ficou em 2,51. “Podemos dizer que começamos com o pé direito!”, resume Mirta.

Para alcançar o resultado que tiveram, eles acreditam que foi muito importante seguir as orientações da assistência técnica da cooperativa. “Com certeza é muito importante, pois podemos tirar dúvidas e tomar decisões conjuntas que nos ajudaram bastante”, garantem os produtores.

Ração

Assim como o sol brilha para todos, cada integrado tem em suas mãos a oportunidade de buscar alcançar bons índices na atividade. A conversão alimentar é um item que depende de vários fatores e está relacionado, principalmente, ao arraçoamento, que é a técnica de tratar os animais (fornecer ração),atendendo assim suas necessidades.

Vários aspectos devem receber atenção especial para garantir bom desempenho e encaminhar o lote para uma boa conversão alimentar.

Para favorecer os objetivos, os cuidados devem acontecer desde a chegada do lote. No recebimento dos animais o produtor deve classificá-los conforme tamanho e sexo, evitando desuniformidade e competição. Em seguida é preciso regular o cocho conforme as fases dos leitões e evitando desperdícios. Uma recomendação importante é acompanhar o consumo semanal de ração, seguindo a tabela fornecida pela cooperativa. Desse modo é possível corrigir algum eventual excesso ou falta.

O suinocultor também deve ter na propriedade dois silos disponíveis por barracão para recebimento de ração, pois cada fase do animal possui uma exigência diferente e as rações são formuladas conforme a necessidade nutricional dos leitões para cada fase.

Ambiência

Fatores que interferem na ambiência também precisam ser considerados, pois as condições adequadas oferecidas aos animais favorecem a sanidade animal, sendo que leitões com boa saúde tendem a se alimentar adequadamente, o que não ocorre em situação de acometimento por doença. “Nosso primeiro lote podemos considerar que teve boa sanidade”, observa a produtora Mirta.

Para ter o ambiente favorável é imprescindível manter as baias limpas e sem a formação de gases. A limpeza inclui desinfecção com produto adequado para quebrar partículas de sujeira. Já o manejo de cortinas deve ser adequado à fase do animal, ao clima e à temperatura ambiente. A Família Krepsky está bem servida, pois possui cortinas automáticas na granja.

O bem-estar animal ainda requer o fornecimento de água fresca, de qualidade e com boa vazão em todo barracão. “Em nossa propriedade as caixas d’água são sombreadas e a canalização dos bebedouros é integrada com o gotejamento, fazendo que a água circule e esteja sempre fresca para os leitões”, relata Hari.

As boas condições da nova granja aliadas ao correto manejo estão rendendo bons resultados aos Krepsky e gerando na família uma grande satisfação de fazer parte do sistema de integração Copagril.

Fotos:


Família Krepsky. Fotos: Carina Ribeiro/Copagril

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