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Semeadura da safra 2019/2020 avança na região de atuação da Copagril

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A chuva que chegou ao campo na quinta-feira (19) e a expectativa de mais precipitações nos próximos dias estão deixando os agricultores atentos para a semeadura da safra. Neste ano grande parte das terras devem ser semeadas apenas entre o final de setembro e início de outubro, diferente da safra anterior que foi antecipada em função do regime de chuvas daquele ano.



Um dos produtores acompanhados pela Cooperativa Agroindustrial Copagril é Arnaldo Schimidt, de Porto Mendes em Marechal Cândido Rondon, que conta com apoio do sobrinho Douglas Roberto Schimidt no trabalho. Eles já realizaram a semeadura de aproximadamente 20% da área antes da chuva e agora estão na espera de mais chuvas para seguir o plantio das áreas. Conforme explica o engenheiro agrônomo e gerente da Unidade Copagril de Porto Mendes, Laercio Strohhaecker, essa é uma realidade de grande parte dos produtores da área de atuação da Copagril, com a estimativa de 5 a 10% já terem realizado a semeadura. “Muitos agricultores ainda aguardam um pouco mais de chuva, para assim aumentar a umidade do solo que receberá as sementes”, explica Laercio ao lembrar sobre a janela de plantio, a qual fica aberta até dezembro. “No ano anterior foi antecipado em função das chuvas logo no começo, mas o período atual é ainda melhor para potencializar o desenvolvimento das plantas”, comenta.



Enquanto aguardava o tempo ideal, Douglas aproveitou para realizar a regulagem das máquinas. Ele fez alguns testes e agora já tem algumas plantas emergidas, assim pôde avaliar os resultados e os modelos para aplicação nos talhões. Laercio lembra que esse trabalho pré-semeadura é importante, desde a seleção de sementes, até os testes e regulagens das máquinas. “É claro que o produtor deve ficar atento durante todo trabalho, cuidando da profundidade e velocidade, bem como observar as condições de cada área, como palhada e estrutura física do solo”, descreve ao falar dos aspectos relevantes para as condições ideais e a regulagem da semeadora, a qual deve ser alterada para cada talhão e até mesmo com variáveis dentro do mesmo conforme as condições de solo.



Em se tratando de condições para receber a semeadura, o uso de plantas de cobertura de solo - como aveia e brachiaria - são importantes aliadas para promover melhorias nas condições físicas do solo, favorecendo a retenção de umidade e evitando a elevação da temperatura do solo. Arnaldo e Douglas têm trabalhado com esse sistema e aproveitaram para avaliar os testes neste modelo com o acompanhamento do agrônomo Laercio. “É muito importante recebermos esse apoio dos técnicos da cooperativa e sempre trabalhamos juntos”, confirma Douglas. Parceria que também é ressaltada por Laercio, o qual explica que essa assistência está disponível para os associados e é um trabalho de mão dupla, onde o conhecimento do produtor e do técnico somam-se para alcançar o melhor resultado no campo.

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